Demissões no Itaú: Lições Sobre Monitoramento de Produtividade

Demissões no Itau

Mil Demissões Após Lucro Recorde: O Caso Que Mudou o Debate Sobre Produtividade

Setembro de 2025. O Itaú Unibanco acabara de anunciar resultados extraordinários: lucro recorde de R$ 40,2 bilhões, crescimento de 14% no semestre, distribuição de bônus para colaboradores de alto desempenho. Era um momento de celebração para o maior banco privado do país.

Duas semanas depois, aproximadamente mil funcionários em home office foram demitidos. A justificativa oficial do banco? Software de monitoramento detectou “baixa produtividade” baseada em métricas de atividade digital.

O timing era no mínimo intrigante. Como um banco que acabara de registrar o melhor desempenho da história poderia ter um problema tão grave de produtividade? A resposta viria através de áudios internos vazados, depoimentos de demitidos e análise de especialistas – e revelaria um erro que pode custar muito mais do que os R$ 40 bilhões em lucro.

A História Por Trás dos Números

Um programador demitido compartilhou sua experiência em grupos de tecnologia: “Eu preferia usar meu computador pessoal para programar porque o fornecido pelo banco era extremamente lento. Passei meses entregando meus projetos dentro do prazo, recebendo feedbacks positivos do meu gestor. Até que fui chamado no RH e descobri que um algoritmo havia decidido que eu não era produtivo o suficiente.”

Ele continuou: “Tenho a sensação de que se eu passasse o dia inteiro vendo vídeos no YouTube usando o computador do banco, eu não seria demitido. O sistema media cliques, teclas digitadas, movimento do mouse. Não media se eu estava resolvendo problemas complexos ou entregando valor.”

A situação ficou ainda mais absurda quando se descobriu que 80 dos colaboradores demitidos haviam recebido bônus de alto desempenho apenas seis meses antes. Pessoas que o banco considerava excepcionais em março foram consideradas improdutivas em setembro. A única diferença? Um software de monitoramento.

O Áudio Que Expôs a Verdade

Poucos dias após as demissões, um áudio interno de uma reunião de gestores vazou nas redes sociais. A frase que se tornou símbolo do caso: “O indicador que avaliou as pessoas não é um indicador de produtividade, ele é um indicador de uso de máquina. Pura e simplesmente.”

O gestor continuava, tentando explicar para a equipe perplexa: “Eu sei que parece injusto. Eu sei que muitos de vocês conhecem colegas excelentes que foram demitidos. Mas a decisão foi baseada nos dados que tínhamos disponíveis.”

A questão é que os dados estavam medindo a coisa errada. Durante seis meses, enquanto o banco registrava lucros recordes e pagava bônus, um algoritmo silenciosamente contava cliques, registrava teclas digitadas, cronometrava períodos de inatividade do mouse. Funcionários não sabiam que estavam sendo avaliados dessa forma. Não receberam feedbacks, alertas ou oportunidades de esclarecimento.

Descobriram apenas quando foram chamados para assinar o desligamento.

O Problema Real Que Ninguém Está Falando

As demissões no Itaú expuseram algo muito maior do que um banco cometendo um erro de gestão. Revelaram uma confusão perigosa que está se espalhando rapidamente pelo mercado corporativo brasileiro: a ideia de que vigilância digital equivale a gestão de produtividade.

A Armadilha da Atividade Digital

Pense por um momento: um desenvolvedor sênior passa três horas analisando código complexo, fazendo anotações em papel, desenhando diagramas em um quadro branco. Ele está resolvendo um problema crítico que economizará milhões para a empresa. Mas nessas três horas, seu mouse mal se moveu. Seu teclado registrou apenas algumas dezenas de teclas. Para um software de monitoramento, ele estava ocioso.

Enquanto isso, outro colaborador passa o dia alternando freneticamente entre abas, clicando em relatórios, copiando e colando dados entre planilhas – um trabalho que poderia ser automatizado em uma tarde. Para o mesmo software, ele é um modelo de produtividade.

O problema não é só filosófico ou teórico. Tem consequências práticas graves. No caso do Itaú, gestores perderam pessoas valiosas que trabalhavam de forma diferente. Advogados trabalhistas já contam mais de 200 processos individuais movidos contra o banco. Especialistas em LGPD apontam violações claras do princípio de transparência. E mais importante: os 48 mil funcionários que permaneceram na empresa agora trabalham sob um clima de desconfiança e medo.

O Custo Invisível da Vigilância

Mas aqui está o que realmente deveria preocupar gestores de pequenas e médias empresas: o Itaú tinha recursos praticamente ilimitados para lidar com as consequências. Departamento jurídico robusto para enfrentar processos. Orçamento de comunicação para tentar controlar o dano reputacional. Margem financeira para absorver custos de turnover.

Uma PME de 30, 50 ou 100 funcionários não tem essas defesas. Uma única ação trabalhista bem-sucedida pode custar entre R$ 50 mil e R$ 200 mil. Uma denúncia à Autoridade Nacional de Proteção de Dados pode resultar em multa de até 2% do faturamento. E pior: a perda de confiança da equipe é irreversível.

Um escritório de contabilidade em São Paulo quase implementou software de monitoramento similar ao do Itaú no início de 2024. O sócio principal estava preocupado com colaboradores em home office. “Será que estão realmente trabalhando?” era a pergunta que o mantinha acordado. Ele estava a uma assinatura de contrato de distância de cometer o mesmo erro bilionário.

A Pergunta Que Ninguém Fez

Se voltarmos ao caso Itaú, há uma pergunta óbvia que parece ter passado despercebida na correria das demissões: se a produtividade estava tão baixa, como o banco teve lucro recorde?

Pense bem. Mil funcionários supostamente improdutivos durante seis meses. Isso deveria representar milhões em prejuízo, projetos atrasados, clientes insatisfeitos, queda de performance. Mas aconteceu exatamente o oposto. O banco teve o melhor semestre da história.

A resposta mais provável é desconfortável: o problema nunca foi produtividade dos funcionários. Era a forma de medir. O banco estava olhando para as métricas erradas e tomando decisões baseadas em dados que não refletiam a realidade.

E aqui chegamos ao ponto crucial para pequenas e médias empresas: se você está pensando em implementar monitoramento de produtividade, precisa primeiro entender o que realmente significa produtividade no seu negócio. Spoiler: não tem nada a ver com cliques ou teclas digitadas.

Como Aumentar Produtividade de Verdade (Sem Vigiar Ninguém)

Existe uma abordagem completamente diferente para gestão de produtividade. Uma que não envolve vigiar o que as pessoas fazem a cada minuto. Uma que de fato funciona porque ataca o problema real.

O Problema Escondido em Plena Vista

Na maioria das pequenas e médias empresas, quando a produtividade cai, o primeiro instinto é olhar para as pessoas. Será que estão trabalhando o suficiente? Será que estão focadas? Será que precisamos de mais controle?

Mas raramente o problema está nas pessoas. Quase sempre está na infraestrutura que suporta o trabalho delas.

Pense na sua própria empresa por um momento. Quantas vezes na última semana você ouviu alguém reclamar que o sistema estava lento? Quantas vezes alguém perdeu trabalho porque algo travou? Quantas horas sua equipe passou esperando o suporte de TI resolver algum problema? Quantas reuniões começaram atrasadas porque alguém não conseguia conectar na videoconferência?

Agora multiplique isso por todos os colaboradores, todas as semanas, todos os meses. Em uma empresa de 50 pessoas, estamos falando facilmente de 1.000 a 1.500 horas perdidas por mês. Não porque as pessoas não querem trabalhar. Mas porque não conseguem trabalhar direito.

A Diferença Entre Vigiar e Capacitar

Quando o escritório de contabilidade que mencionei decidiu não implementar software de vigilância, eles fizeram algo diferente. Contrataram uma consultoria de TI para fazer um diagnóstico honesto da infraestrutura. O relatório foi revelador.

Os computadores tinham em média cinco anos de uso. Metade estava com disco rígido (não SSD), memória insuficiente, processadores de gerações antigas. O sistema de contabilidade principal travava pelo menos três vezes por dia. O backup estava configurado para rodar durante o expediente, deixando tudo lento por horas. A internet corporativa tinha a mesma velocidade de uma internet residencial básica. E o suporte de TI? Era um técnico freelancer que respondia quando podia.

Nenhum software de monitoramento iria resolver esses problemas. Pior: provavelmente mostraria que todos eram “improdutivos” – não porque eram preguiçosos, mas porque trabalhavam com ferramentas inadequadas.

A solução foi completamente diferente. Investiram em infraestrutura de verdade. Não estou falando de gastar milhões. Estou falando de fazer o básico bem feito: equipamentos adequados, sistemas configurados corretamente, backup que não atrapalha, suporte que resolve problemas rapidamente.

Seis meses depois, o mesmo escritório tinha aumentado em 40% a quantidade de clientes atendidos. Com a mesma equipe. Ninguém trabalhando mais horas. Ninguém sob pressão adicional. Apenas pessoas conseguindo finalmente trabalhar sem ficar travando a cada quinze minutos.

Os Três Pilares da Produtividade Real

A experiência desse escritório de contabilidade espelha o que vemos repetidamente em empresas que focam no que realmente importa. Produtividade genuína se constrói sobre três pilares, e nenhum deles envolve contar cliques.

Primeiro pilar: infraestrutura que funciona. Parece óbvio, mas é surpreendente quantas empresas operam com tecnologia que mais atrapalha do que ajuda. Sistemas lentos, computadores travando, internet instável, aplicações caindo. Cada interrupção custa não apenas o tempo de espera, mas também o tempo para retomar o raciocínio e voltar ao fluxo de trabalho. Estudos mostram que leva em média 23 minutos para recuperar completamente a concentração após uma interrupção. Se sua equipe sofre 8 a 10 interrupções por dia causadas por problemas técnicos, estamos falando de 3 a 4 horas de produtividade perdida diariamente.

Segundo pilar: suporte que previne ao invés de apenas apagar incêndios. A maioria das empresas tem suporte de TI reativo. Algo quebra, você abre chamado, espera, torce para resolver rápido. Enquanto isso, trabalho parado, prazos se acumulando, estresse aumentando. Suporte proativo é completamente diferente. Sistemas são monitorados continuamente. Problemas são identificados e resolvidos antes de afetar alguém. Equipamentos com sinais de falha são substituídos preventivamente. Atualizações acontecem em horários planejados. E quando algo inevitavelmente dá errado, a resposta é em minutos, não em horas ou dias.

Terceiro pilar: automação que elimina trabalho repetitivo. Quantas horas por semana sua equipe gasta com tarefas que uma máquina poderia fazer? Backup manual, copiar dados entre sistemas, enviar relatórios, atualizar planilhas. Cada hora gasta nisso é uma hora que não está sendo usada para trabalho que realmente agrega valor. Automação bem implementada não substitui pessoas, libera elas para fazer o que máquinas não conseguem: pensar, criar, resolver problemas complexos, atender clientes com empatia.

O Que Monitorar (Sem Vigiar Pessoas)

Aqui está o segredo que o Itaú perdeu: você deve monitorar, sim. Mas deve monitorar as coisas certas.

Em vez de monitorar quantos cliques cada pessoa dá, monitore se os sistemas críticos estão respondendo em tempo adequado. Em vez de contar teclas digitadas, monitore se o backup está funcionando corretamente. Em vez de verificar quanto tempo cada um passa com a tela ativa, monitore se há gargalos na infraestrutura impedindo o trabalho fluir.

A gestão de produtividade eficaz foca em métricas que realmente fazem diferença. Disponibilidade de sistemas críticos deve estar acima de 99%. Tempo de resposta para resolver problemas técnicos deve ser medido em minutos, não em horas. Quantidade de interrupções causadas por falhas de TI deve cair mês após mês. Satisfação da equipe com a infraestrutura tecnológica deve ser alta.

Essas métricas dizem muito mais sobre produtividade real do que qualquer software de vigilância jamais dirá. Porque elas medem o que realmente importa: se sua equipe consegue trabalhar sem obstáculos.

Resultados Que Falam Por Si

Empresas que seguem essa abordagem veem resultados consistentes. Não estou falando de promessas vagas. Estou falando de números concretos, mensuráveis, repetíveis.

Tempo perdido com problemas de TI cai de 20-25 horas por pessoa por mês para 2-3 horas. Isso representa cerca de 90% de redução. Para uma empresa de 50 pessoas, são 1.000 horas recuperadas mensalmente. A um custo médio de R$ 50 por hora (considerando salário mais encargos), estamos falando de R$ 50 mil por mês em produtividade recuperada. R$ 600 mil por ano.

Interrupções críticas que param o trabalho caem de 8-12 por mês para 1-2. Cada interrupção menos significa menos estresse, menos retrabalho, menos prazos perdidos. Satisfação da equipe com a infraestrutura tecnológica sobe de médias de 5-6 em 10 para 9 em 10. E aqui está o mais importante: produtividade geral aumenta entre 35% e 45%, mas sem ninguém trabalhando mais horas. Simplesmente removendo as fricções que impediam o trabalho fluir naturalmente.

Transparência Versus Vigilância

Existe uma diferença fundamental entre monitorar sistemas e vigiar pessoas. E essa diferença começa com transparência.

Quando você monitora sistemas, pode e deve ser completamente aberto sobre isso. “Estamos acompanhando a performance dos servidores para garantir que não travem. Estamos verificando se o backup rodou corretamente. Estamos medindo o tempo de resposta das aplicações para identificar gargalos.” Nenhum colaborador se sente invadido porque você não está invadindo.

Vigilância, por outro lado, geralmente precisa ser escondida ou disfarçada. Porque no fundo, todo mundo sabe que é invasiva, desrespeitosa, e parte do pressuposto de que as pessoas não são confiáveis. O caso Itaú é o exemplo perfeito: funcionários só descobriram a extensão do monitoramento quando foram demitidos.

A abordagem de gestão de produtividade que realmente funciona pode ser explicada em uma frase simples e honesta: “Garantimos que a tecnologia funcione perfeitamente para que você possa trabalhar sem interrupções.” Não há nada a esconder porque você não está fazendo nada errado.

A Escolha Que Define o Futuro da Sua Empresa

O caso das demissões no Itaú vai ecoar por anos no mercado corporativo brasileiro. Vai gerar processos trabalhistas, debates sobre LGPD, discussões sobre o futuro do trabalho remoto. Mas para você, gestor de uma pequena ou média empresa, a questão é mais imediata e prática.

Você tem uma escolha a fazer. Pode seguir o caminho da vigilância – instalar software de monitoramento, contar cliques, medir tempo de tela, vigiar cada movimento digital dos seus colaboradores. É um caminho que parece dar controle, mas na realidade cria uma ilusão perigosa enquanto constrói passivos legais e destrói confiança.

Ou pode seguir o caminho da capacitação – investir em infraestrutura que funciona, suporte que resolve, automação que libera tempo. É um caminho que de fato aumenta produtividade porque remove os obstáculos reais que impedem as pessoas de trabalharem bem.

Por Que a Escolha Errada Custa Mais Do Que Parece

Vamos ser práticos sobre os custos. Um software de monitoramento invasivo para 50 funcionários custa entre R$ 2.000 e R$ 5.000 por mês. Parece um investimento em controle e produtividade. Mas vamos somar os custos reais.

Primeiro, o custo legal. Cada ação trabalhista por dano moral pode custar R$ 50 mil a R$ 200 mil. Processos relacionados à LGPD podem gerar multas de até 2% do faturamento. Para uma empresa que fatura R$ 10 milhões por ano, isso significa potencial de R$ 200 mil em multa. Agora some os custos de contratar advogados, preparar defesa, tempo de gestão dedicado a isso.

Segundo, o custo de turnover. Quando você perde um bom funcionário porque ele se sente desrespeitado pela vigilância, você não perde apenas uma pessoa. Você perde conhecimento institucional, relacionamentos com clientes, tempo de treinamento investido. Custa entre 6 e 9 meses de salário substituir alguém adequadamente. Para uma posição que ganha R$ 5.000 mensais, estamos falando de R$ 30 mil a R$ 45 mil por substituição.

Terceiro, o custo de produtividade. Ironicamente, vigilância geralmente reduz produtividade ao invés de aumentar. Colaboradores sob vigilância constante ficam mais estressados, menos criativos, menos dispostos a tomar iniciativa. Gastam tempo e energia tentando “parecer produtivos” para o software ao invés de realmente ser produtivos.

Agora compare com investir em infraestrutura adequada. O custo é similar ou até menor. Mas em vez de criar problemas, resolve problemas. Em vez de gerar passivos, gera ativos. Em vez de reduzir produtividade através do estresse, aumenta produtividade através da capacitação.

Como Começar do Jeito Certo

Se você está lendo este artigo e reconhecendo que sua empresa pode estar perdendo produtividade por questões de infraestrutura, o primeiro passo é diagnóstico honesto. Não adianta adivinhar onde estão os problemas. Precisa medir.

Um diagnóstico adequado de gestão de produtividade vai identificar exatamente onde sua equipe está perdendo tempo. Pode ser equipamentos inadequados. Pode ser sistemas mal configurados. Pode ser falta de automação. Pode ser suporte lento. Geralmente é uma combinação de vários fatores.

Com diagnóstico em mãos, você pode priorizar investimentos. Não precisa resolver tudo de uma vez. Começa pelos gargalos mais críticos, pelos problemas que causam mais interrupção, pelas frustrações mais frequentes. Resolve isso primeiro. Mede o impacto. Depois passa para o próximo.

O processo típico leva entre 90 e 120 dias para mostrar resultados significativos. Primeiro mês focado em estabilização – resolver os problemas críticos que estão causando mais dor. Segundo e terceiro mês focados em otimização – melhorar performance, implementar automações, ajustar processos. No quarto mês você já está vendo os números mudarem de forma consistente.

E aqui está a melhor parte: os resultados são cumulativos. Cada melhoria gera benefícios permanentes. Diferente de vigilância, que precisa ser mantida constantemente e gera resistência crescente, infraestrutura adequada continua gerando valor indefinidamente.

O Momento de Decidir

Há 22 anos a RFNET trabalha com pequenas e médias empresas em São Paulo ajudando a transformar TI de fonte de frustração em vantagem competitiva. Já vimos empresas crescerem 40%, 50%, às vezes 100% mantendo as mesmas equipes. Não porque as pessoas começaram a trabalhar mais horas ou sob mais pressão. Mas porque finalmente puderam trabalhar sem obstáculos tecnológicos constantes.

Também já vimos empresas cometerem o erro de investir em vigilância ao invés de capacitação. Raramente termina bem. As que percebem o erro rápido conseguem reverter o dano. As que insistem no caminho errado acabam enfrentando problemas legais, perda de talentos, reputação manchada.

A diferença entre esses dois destinos é uma decisão que você toma agora. Não precisa ser uma decisão grande ou dramática. Pode começar simples: um diagnóstico para entender a situação real. Uma conversa honesta sobre o que está impedindo sua equipe de ser tão produtiva quanto poderia ser. Uma disposição para investir em capacitação ao invés de controle.

Se você está em São Paulo e gerencia uma empresa com 20 a 100 funcionários que depende de tecnologia para funcionar – escritório de contabilidade, advocacia, administradora de condomínios, corretora, startup, ou qualquer negócio similar – vale a pena ter essa conversa. Não para vender nada. Mas para entender o que de fato está acontecendo na sua infraestrutura tecnológica e quanto isso está custando em produtividade perdida.

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